Florianópolis

Como consultar registro de marcas e patentes em Florianópolis

20 de setembro de 20262 min de leitura
Como consultar registro de marcas e patentes em Florianópolis

Marca se consulta no e-Marcas. Patente se consulta na busca de patentes do INPI, uma ferramenta separada, com critérios técnicos próprios. São dois sistemas dentro do mesmo órgão, e confundir os dois é comum justamente porque o nome "INPI" aparece nos dois casos, embora o objeto protegido seja completamente diferente.

Marca protege nome, logo e identidade visual dentro de uma classe de atividade; patente protege invenção, uma solução técnica nova pra um problema técnico, algo que envolve engenharia, química ou processo, não naming. Uma startup pode ter as duas frentes ao mesmo tempo: um nome pra registrar como marca e um software ou hardware com função inventiva que pode caber em pedido de patente ou modelo de utilidade, cada um seguindo seu próprio rito dentro do INPI. Pra aprofundar a parte de marca, com a lógica de classe e semelhança fonética que decide a maioria dos indeferimentos, tem o guia completo de consulta de marca no INPI em Florianópolis.

Florianópolis tem motivo de sobra pra levar essa distinção a sério: o Sapiens Parque já reuniu R$ 30 milhões de aporte público e mais de R$ 150 milhões em investimento privado contratado, com meta de chegar a 400 empresas e 25 mil empregos na região em dez anos. Startup de hardware, biotecnologia ou software com função técnica nova nasce ali com duas perguntas pendentes ao mesmo tempo: o nome está livre e a tecnologia é patenteável. Em 20 anos de mercado e mais de 500 marcas registradas no INPI, a Oneck cuida bem da primeira pergunta; a segunda pede um agente especializado em patente, e separar isso cedo evita perder tempo pesquisando na ferramenta errada.

Quer saber se o nome da sua marca está livre antes de decidir o que fazer com a parte de patente? A pesquisa de viabilidade de marca é gratuita, sem compromisso, e é o primeiro passo antes de protocolar qualquer coisa e pagar taxa do INPI à toa. Falar com a Oneck →

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